Entenda Sua Dor: A Importância do Autoconhecimento

Entenda Sua Dor: A Importância do Autoconhecimento

Entenda sua dor e você saberá identificar com maior precisão o momento de estresse físico que o corpo está passando.

Essa afirmação parece equivocada? Então fique atento aos sete motivos que separamos para você decidir a importância do autoconhecimento.

Afinal, autoconhecimento também engloba a consciência do corpo físico. Boa leitura!

1 – Mecanismo de Sobrevivência

A função da dor é proteger o corpo. Quando ela surge, a primeira atitude é procurar eliminá-la. É por isso que ela causa tanto incômodo: fazer com que o portador se mexa.

Dessa maneira, quando seu corpo emite um sinal de dor, o cérebro entende que alguma ameaça está acontecendo. Isso é instintivo.

E essa característica nos mantém vivos. Pessoas que não sentem dor (apenas três casos no Brasil), normalmente não conseguem sobreviver além da puberdade.

2 – Bom Funcionamento Cerebral

Terminações nervosas são acionadas no cérebro toda vez que alguma parte do corpo sofre algum tipo de dano.

O cérebro interpreta a informação e “decide” se a dor será útil para algum tipo de reação.

Diversos pontos do cérebro são acionados no momento de qualquer dano, e dois cérebros não respondem da mesma forma. Até mesmo na resposta emocional.

3 – Dano FÍsico nem Sempre é Sinônimo de Dor

Mesmo que não exista uma ameaça real, o cérebro informa o corpo.

Por exemplo: encostar em uma panela quente causa uma reação instantânea, mas você não está correndo um grande risco.

A queimadura emite o sinal de dor, e você tira a mão dali.

No entanto, existem casos de pessoas que foram mutiladas e não sentiram nada no momento da ação. Sentiram apenas depois que foram atendidas e já medicadas.

4 – O Cérebro se Precipita

Apesar de um exemplo triste, este é um que mostra exatamente o que o título diz: pessoas com dor fantasma.

Essas são pessoas que, mesmo não possuindo determinado membro, sente dores nele.

Isso acontece por uma conversa cruzada na atividade neural.

Testes mostraram que quando um espelho foi colocado no local do membro que faltava, o cérebro foi “enganado”, pois os olhos enxergavam um membro bem e saudável.

Isso exemplifica bem que, muitas vezes, as dores acontecem no cérebro, e não no corpo propriamente dito.

5 – Dor Gera Dor

A potencialização cerebral a longo prazo faz com que a dor se torne suportável, com o decorrer do tempo.

Isso significa que quanto mais sentimos determinada dor menos estímulos serão necessários para que ela seja identificada novamente.

O motivo disso é que o caminho neural percorrido – em cada novo surto de dor – fica gravado no cérebro.

6 – O Cérebro Relaciona Ambiente à Dor

A dor nem sempre deriva de um estímulo físico. Um local que te faz sentir dor, como uma atividade física, por exemplo, com o tempo poderá te causar dores apenas por pensar nela.

Além disso, sentimentos como raiva ou momentos de depressão deixam as pessoas com uma tolerância inferior.

7 – O Sistema Nervoso Central (SNC) pode Diminuir a Sensibilidade

Como citado no item 3, momentos de estresse extremo, como um surfista que é atacado por um tubarão, por exemplo, fazem com que o SNC desative a sensibilidade.

É como se o cérebro desativasse a dor para que a sobrevivência seja a única preocupação da pessoa no momento.

O que, mais uma vez, comprova que a dor é sentida e emitida pelo cérebro.

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